domingo, 24 de agosto de 2008

Restaurar é preciso; reformar não é preciso

imagem: Flávio Rossi
Artigo: Reinaldo Azevedo


A reforma ortográfica que se pretende é um pequeno passo (atrás) para os países lusófonos e um grande salto para quem vai lucrar com ela. O assunto me enche, a um só tempo, de indignação e preguiça. O Brasil está na vanguarda dessa militância estúpida. Por que estamos sempre fazendo tudo pelo avesso? Não precisamos de reforma nenhuma. Precisamos é de restauração. Explico-me.
A moda chegou por aqui na década de 70, espalhou-se como praga divina e contribuiu para formar gerações de analfabetos funcionais: as escolas renunciaram à gramática e, em seu lugar, passaram a ensinar uma certa "Comunicação e Expressão", pouco importando o que isso significasse conceitualmente em sua grosseira redundância. Na prática, o aluno não precisava mais saber o que era um substantivo; bastava, dizia-se, que soubesse empregá-lo com eficiência e, atenção para a palavra mágica, "criatividade". As aulas de sintaxe – sim, leitor, a tal "análise sintática", lembra-se? – cederam espaço à "interpretação de texto", exercício energúmeno que consiste em submeter o que se leu a perífrases – reescrever o mesmo, mas com excesso de palavras, sempre mais imprecisas. O ensino crítico do português foi assaltado pelo chamado "uso criativo" da língua. Para ser didático: se ela fosse pintura, em vez de ensinar o estudante a ver um quadro, o professor se esforçaria para torná-lo um Rafael ou um Picasso. Se fosse música, em vez de treinar o seu ouvido, tentaria transformá-lo num Mozart ou num Beethoven. Como se vê, era o anúncio de um desastre.

Os nossos Machados de Assis, Drummonds e Padres Vieiras "do povo" não apareceram. Em contrapartida, o analfabetismo funcional expandiu-se célere. Se fosse pintura, seria garrancho. Se fosse música, seria a do Bonde do Tigrão. É só gramática o que falta às nossas escolas? Ora, é certo que não. O país fez uma opção – ainda em curso e atravessando vários governos, em várias esferas – pela massificação de ensino, num entendimento muito particular de democratização: em vez de se criarem as condições para que, vá lá, as massas tivessem acesso ao conhecimento superior, rebaixaram-se as exigências para atingir índices robustos de escolarização. Na prova do Enem aplicada no mês passado, havia uma miserável questão próxima da gramática. Se Lula tivesse feito o exame, teria chegado à conclusão de que a escola, de fato, não lhe fez nenhuma falta. Isso não é democracia, mas vulgaridade, populismo e má-fé.

Não é só a língua portuguesa que está submetida a esse vexame, é claro. As demais disciplinas passaram e passam pela mesma depredação. A escola brasileira é uma lástima. Mas é nessa área, sem dúvida, que a mistificação atingiu o estado de arte. Literalmente. Aulas de português se transformam em debates, em que o aluno é convidado (santo Deus!) a fazer, como eles dizem, "colocações" e a "se expressar". Que diabo! Há gente que não tem inclinação para a pintura, para a música e para a literatura. Na verdade, os talentos artísticos são a exceção, não a regra. Os nossos estudantes têm de ser bons leitores e bons usuários da língua formal. E isso se consegue com o ensino de uma técnica, que passa, sim, pela conceituação, pela famigerada gramática. Precisamos dela até para entender o "Virundum". Veja só:

"Ouviram do Ipiranga
as margens plácidas /
De um povo heróico
o brado retumbante"

Quem ouviu o quê e onde, santo Deus? É "as margens plácidas" ou "às margens plácidas"? É perfeitamente possível ser feliz, é certo, sem saber que foram as margens plácidas do Rio Ipiranga que ouviram o brado retumbante de um povo heróico. Mas a felicidade, convenham, é um estado que pode ser atingido ignorando muito mais do que o hino. À medida que se renuncia às chaves e aos instrumentos que abrem as portas da dificuldade, faz-se a opção pelo mesquinho, pelo medíocre, pelo simplório.

As escolas brasileiras, deformadas por teorias avessas à cobrança de resultados – e o esquerdista Paulo Freire (1921-1997) prestou um desserviço gigantesco à causa –, perdem-se no proselitismo e na exaltação do chamado "universo do educando". Meu micro ameaçou travar em sinal de protesto por escrever essa expressão máxima da empulhação pedagógica. A origem da palavra "educação" é o verbo latino "duco", que significa "conduzir", "guiar" por um caminho. Com o acréscimo do prefixo "se", que significa afastamento, temos "seduco", origem de "seduzir", ou seja, "desviar" do caminho. A "educação", ao contrário do que prega certa pedagogia do miolo mole, é o contrário da "sedução". Quem nos seduz é a vida, são as suas exigências da hora, são as suas causas contingentes, passageiras, sem importância. É a disciplina que nos devolve ao caminho, à educação.

Professores de português e literatura vivem hoje pressionados pela idéia de "seduzir", não de "educar". Em vez de destrincharem o objeto direto dos catorze primeiros versos que abrem Os Lusíadas, apenas o texto mais importante da língua portuguesa, dão um pé no traseiro de Camões (1524-1580), mandam o poeta caolho cantar sua namoradinha chinesa em outra barcarola e oferecem, sei lá, facilidades da MPB – como se a própria MPB já não fosse, em nossa esplêndida decadência, um registro também distante das "massas". Mas nunca deixem de contar com a astúcia do governo Lula. Na citada prova do Enem, houve uma "modernização" das referências: em vez de Chico Buarque, Engenheiros do Hawaii; em vez de Caetano Veloso, Titãs. Na próxima, é o caso de recorrer ao funk de MC Catra: "O bagulho tá sério / vai rolar o adultério / paran, paran, paran / paran, paran...".

Precisamos de restauração, não de mais mudanças. Veja acima, no par de palavras "educação/sedução", quanto o aluno perde ao ser privado da etimologia, um conhecimento fascinante. As reformas ortográficas, acreditem, empobrecem a língua. Não democratizam, só obscurecem o sentido. Uma coisa boba como cassar o "p" de "exce(p)ção" cria ao leitor comum dificuldades para que perceba que ali está a raiz de "excepcional"; quantos são os brasileiros que relacionam "caráter" a "característica" – por que deveriam os portugueses abrir mão do seu "carácter"? O que um usuário da nossa língua perderia se, em vez de "ciência", escrevesse "sciência", o que lhe permitiria reconhecer na palavra "consciência" aquela mesma raiz?

Veja o caso do francês, uma língua que prima não por letras, mas por sílabas "inúteis", não pronunciadas. E, no entanto, os sempre revolucionários franceses fizeram a opção pela conservação. Uma proposta recente de reforma foi unanimemente rejeitada, à direita e à esquerda. Foi mais fácil cortar cabeças no país do que letras. A ortografia de Voltaire (1694-1778) está mais próxima do francês contemporâneo do que está Machado de Assis do português vigente no Brasil. O ditador soviético Stálin (1879-1953) era metido a lingüista. Num rasgo de consciência sobre o mal que os comunistas fizeram, é dono de uma frase interessante: "Fizemos a revolução, mas preservamos a bela língua russa". Ora, dirão: este senhor é um mau exemplo. Também acho. O diabo é que ele se tornou referência de política, não de conservação da língua...

Já que uma restauração eficaz é, eu sei, inviável, optemos ao menos pela educação, não por uma nova e inútil reforma. O pretexto, ademais, é energúmeno. Como escreveu magnificamente o poeta português Fernando Pessoa (1888-1935), houve o tempo em que a terra surgiu, redonda, do azul profundo, unida pelo mar das grandes navegações. Um mar "portuguez" (ele grafou com "z"). Hoje, os países lusófonos estão separados pela mesma língua, que foi se fazendo história. A unidade só tem passado. E nenhum futuro.
Disponível no site
Acessado em 24/ago/08

sábado, 23 de agosto de 2008

De Airton Soares - Vínculo de Amizade

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Palavras-chave:

AMIZADE, FALAR EM PÚBLICO, ORATÓRIA


Todas as declamações fazem parte dos conteúdos dos cursos por mim ministrados.

Airton Soares- Duas trovas de sua autoria - ORATÓRIA

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Palavras-chave:

FALAR EM PÚBLICO, ORATÓRIA


Todas as declamações fazem parte dos conteúdos dos cursos por mim ministrados.

Airton Soares declama - trecho- Palavras Aéreas, de Cecília Meireles

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Palavras-chave:

LINGUAGEM, MUDANÇA, PALAVRAS, SEMÂNTICA, TEXTO

Todas as declamações fazem parte dos conteúdos dos cursos por mim ministrados.

domingo, 17 de agosto de 2008

Acreditar em tudo é tolice

Por Airton Soares

PROVERBIANDO - 08
Acreditar em tudo é tolice, mas não acreditar em coisa alguma tolice é.

ONTEM, MEXENDO EM MEUS GUARDADOS,
encontrei recorte de revista com esta frase atribuída ao matemático, físico e filósofo francês Henri Poincaré: “Duvidar de tudo ou crer em tudo são duas soluções igualmente cômodas, que nos dispensam ambas de refletir.”

LOGO ME VEIO À MEMÓRIA
uma outra citação bem semelhante ao do matemático francês, de autoria do também francês e enciclopedista Denis Diderot: “É tão arriscado acreditar em tudo, como duvidar de tudo.”

E EU CÁ COM MEUS BOTÕES...
As idéias são realmente universais e o inconsciente coletivo de Jung funciona. Se bem que nesta história não podemos descartar a existência do plágio.

POR FIM,
Classifico as citações por ordem cronológica: primeira: o provérbio; segunda: a citação de Diderot ( nasceu em 1713) e por último a citação de Poincaré (nasceu em 1854).

sábado, 16 de agosto de 2008

Dourival Caymmi

foto: globo.com
Dorival Caymmi morreu neste sábado (16), cerca das 6h, aos 94 anos, em seu apartamento no Rio de Janeiro. O compositor sofria de insuficiência renal e estava sendo tratado em sua casa desde dezembro do ano passado.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Airton Soares declama

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Poesia de Zé da Luz

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Cartas de Amor, de Fernando Pessoa

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CRISE, de Maurício Gois

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Neologismo, de Manuel Bandeira

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Meu personagem Boca Linda (BiuryFumáufi) - palestrAShow para o pessoal da fastJob

12 - Lula e as olimpíadas da China


Governo Lula - 12 agosto 2208 - dn

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Há três razões para o baixo nível universitário no Brasil.

Três razões

Por Luiz Carlos Prates, Diário Catarinense 11 08 08

Eu já ia desligar a tevê quando um sujeito, comentando os baixos índices de qualidade das universidades brasileiras, fez uma frase que me provocou uma formidável irritação. Senti o estômago dar voltas. Mas antes de dizer da frase, preciso dizer que o Enade, Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes, fez-nos saber, semana passada, que o ensino superior brasileiro está na UTI do desespero. São poucas as universidades que escapam das convulsões da incompetência. Entende-se, diploma virou produto de negócios, e daí para a incompetência a relação é umbilical.

Há três razões para o baixo nível universitário no Brasil. A primeira é que as universidades são hoje instituições comerciais, haja vista que anunciam seus "produtos" a partir do valor das mensalidades e não da qualidade e da severidade do ensino. Só faltam gritar nas calçadas, como mascates da instrução: "Aproveite, aproveite, preços convidativos, entra quem quiser na universidade, aproveite..."

Essa a primeira razão da falência: a mercantilização dos diplomas. A segunda razão é que são raríssimos os bons professores em sala de aula. A maioria dos bons profissionais não quer saber de sala de aula. Dar aula só para se incomodar com bermudões mal-educados? Além disso, foi tirada dos professores a última gota de autoridade que lhes restava. A pivetada manda, põe e tira professor. A maioria dos que ficam é de "bonzinhos", isto é, os que têm sangue de barata, toleram tudo, arredondam notas, abonam faltas, contam piadas, acovardam-se, enfim.

A terceira razão é a mais importante de todas: os "estudantes" não estudam. A maioria é viciada em internet, são "pesquisadores" de internet, são coladores de internet, são bobões de internet. Estudante de internet não sabe nada. Nas provas de conhecimentos gerais, como é que um sujeito que não lê jornais, boas revistas, livros, tudo, de tudo, como é que vai saber alguma coisa da vida? Sabe nada.

E agora vem a frase que me deixou furioso. Um "educador" disse na tevê que "Os professores precisam motivar mais os alunos". Será que o sujeito não sabe que professor não motiva aluno? O bom professor pode sim fazer melhor o bom aluno, mas nenhum bom professor pode motivar vadios. E vadio é o que mais circula pelos corredores das universidades. Quem faz a escola, a universidade, apesar de todas as mazelas das instituições, é o aluno. Bons alunos fazem boas as piores escolas, maus alunos estragam a melhor escola. Não há má escola para bom aluno. Como não há boa escola para preguiçosos.


Falta dizer
Frase da Carol Castro, da novela Beleza Pura: "As plásticas, o silicone, tudo isso torna as coisas tão artificiais... Acho que os homens sentem falta de uma mulher de verdade".

Carol, queridíssima, e as mulheres não sentem falta de homens de verdade?

O diacho é achá-los, não é mesmo? O que mais há por aí é bermudão, frouxo.


Pergunta
Culpar a escola ou o professor por notas baixas é desculpa de aluno vadio. Pergunta para os pais: seu filho é visto sempre com um livro na mão, ele é leitor? Se é, que bom, esse guri vai longe.

Não, ele não lê, não é visto às voltas com livros? Como é que ele vai escrever uma redação ou responder perguntas de conhecimentos gerais?

Zomba de mim



... Zomba de mim. Tenho certeza. Zomba da minha gaiola de ferro. Ô inveja. Ele bate asas e fui....

3 decidiu conversar



Curisoso. Observa tudo. Não perde sua pose. Até zomba de mim...


2 mudando de idéia




Percebendo que eu também não estava nem aí pra ele, na verdade estava, aos poucos foi tomando chegada.

1 Indiferente




Puxei conversa. Não quis conversa. Logo que chegou, deu-me às costas. Sua indiferença não me tirou do sério, afinal há mais de um ano que espero este momento. Pelos menos a foto.



sábado, 9 de agosto de 2008

TEMPO DE ELEIÇÕES

Curta e grossa em tempos de eleições

Farinha do mesmo saco

Você eleitor que repete,

Que todo político é ladrão.

Mas vende ou troca o voto,

A cada nova eleição,

Você é igualzinho a eles,

Não vale nem um tostão.

Visite o Cantinho da Dalinha... Poesias, Crônica-cordel e muito mais...

LIVROS DO SÉCULO 20 - BRASIL

OS 100 LIVROS BRASILEIROS DO SÉCULO 20


1.Novelas Paulistanas: Brás, Bexiga e Barra Funda - Antonio de Alcântara Machado

2.A Rosa do Povo - Carlos Drummond de Andrade
3.O Tempo e o Vento - Érico Veríssimo
4.Vidas Secas - Graciliano Ramos
5.Grande Sertão: Veredas - Guimarães Rosa
6.Invenção de Orfeu - Jorge de Lima
7.Libertinagem - Manuel Bandeira
8.Macunaíma: O Herói sem Nenhum Caráter - Mário de Andrade
9.Reinações de Narizinho - Monteiro Lobato
10.Poesia Liberdade - Murilo Mendes
11.Dom Casmurro - Machado de Assis
12.Triste Fim de Policarpo Quaresma - Lima Barreto
13.Memórias Sentimentais de João Miramar - Oswald de Andrade
14.Morte e Vida Severina - João Cabral de Mello Neto
15.A Hora da Estrela - Clarice Lispector
16.Gabriela, Cravo e Canela - Jorge Amado
17.Crônicas da Casa Assassinada - Lúcio Cardoso
18.Os Sertões - Euclides da Cunha
19.O Ex-Mágico - Murilo Rubião
20.O Vampiro de Curitiba - Dalton Trevisan
21.Os Cavalinhos de Platiplanto - J.J. Veiga
22.A Coleira do Cão - Rubem Fonseca
23.Ópera dos Mortos - Autran Dourado
24.A Lua vem da Ásia - Campos de Carvalho
25.Histórias do Desencontro - Lygia Fagundes Telles
26.Canaã - Graça Aranha
27.A Menina Morta - Cornélio Penna
28.A Luta Corporal - Ferreira Gullar
29.O Conde e o Passarinho - Rubem Braga
30.Baú de Ossos - Pedro Nava
31.Jeremias sem Chorar - Cassiano Ricardo
32.Faróis - Cruz e Souza
33.Vestido de Noiva - Nelson Rodrigues
34.O Pagador de Promessa - Dias Gomes
35.Navalha na Carne - Plínio Marcos
36.A Moratória - Jorge Andrade
37.Mar Absoluto - Cecília Meireles
38.O Dialeto Caipira - Amadeu Amaral
39.Princípios de Lingüística Geral - Joaquim Matoso Câmara Júnior
40. A Unidade da România Ocidental - Theodoro Henrique Maurer Jr
41. Línguas Brasileiras: para o Conhecimento das Línguas Indígenas - Aryon DallIgna Rodrigues 42.Princípios da Economia Monetária - Eugênio Gudin
43.Inflação: Gradualismo e Tratamento de Choque - Mário Henrique Simonsen
44.Da Substituição de Importações ao Capitalismo Financeiro - Maria da
Conceição Tavares
45.A Inflação Brasileira - Ignácio Rangel
46.Quinze Anos de Política Econômica - Carlos Lessa
47.A Economia Brasileira em Marcha Forçada - Antônio Barros de Castro e
Francisco Eduardo Pires de Souza
48.História Econômica do Brasil, 1500-1808 - Roberto Cochrane Simonsen
49.Desenvolvimento Econômico e Evolução Urbana - Paul Singer
50.A Lanterna na Popa: Memórias - Roberto Campos
51.Tratado de Direito Privado - Pontes de Miranda
52.Código Civil dos Estados Unidos dos Brasil - Comentado - Clóvis
Bevilacqua
53.A Cultura Brasileira: Introdução ao Estudo da Cultura no Brasil -
Fernando de Azevedo
54.Educação para a Democracia: Introdução à Adm. Educ. - Anísio Spinola
Teixeira
55.Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
56.História da Educação no Brasil - Otaíza Oliveira Romanelli
57.A Criança Problema - Arthur Ramos
58.José Bonifácio: História dos Fundadores do Império do Brasil - Octávio
Tarquínio de Sousa
59.Capítulos da História Colonial - 1500 - 1800 - João Capistrano de Abreu
60.Evolução Política do Brasil e outros Estudos - Caio Prado Jr.
61.Formação Econômica do Brasil - Celso Furtado
62.Raízes do Brasil - Sérgio Buarque de Hollanda
63.Portugal e Brasil na Crise do Antigo Sistema Colonial - Fernando A.
Novais
64.Da Senzala à Colônia - Emília Viotti da Costa
65.Os Donos do Poder. Formação do Patronato Político Brasileiro - Raymundo
Faoro
66.Olinda Restaurada - Guerra e Açúcar no Nordeste - 1630/1654 - Evaldo
Cabral de Mello
67.O Escravismo Colonial - Jacob Gorender
68.A Integração do Negro na Sociedade de Classes - Florestan Fernandes
69.Casa Grande & Senzala - Gilberto Freyre
70.Formação da Literatura Brasileira - Antônio Cândido
71.A Terra e o Homem no Nordeste - Manoel Correia de Andrade
72.O Colapso do Populismo no Brasil - Octávio Ianni
73.Populações Meridionais do Brasil: Hist. Org. Psicolog. - Oliveira
Vianna
74.Teoria da História do Brasil - José Honório Rodrigues
75.Formação Histórica da Nacionalidade Brasileira - Manoel de Oliveira
Lima
76.O Espaço Dividido, os dois circuitos da economia urbana dos países
subdesenvolvidos - Milton Santos
77.Capitalismo e Escravidão no Brasil Meridional - Fernando Henrique
Cardoso
78.Aldeamentos Paulistas - Pasquale Petrone
79.O Messianismo no Brasil e no Mundo - Maria Isaura Pereira Queiroz
80.Os Africanos no Brasil - Nina Rodrigues
81.Bibliografia Crítica da Etnologia Brasileira - Herbert Baldus
82.Tradição e Transição em uma Cultura Rural do Brasil - Emílio Willems
83.Aspectos Fundamentais da Cultura Guarani - Egon Schaden
84.Estudos Afro-Brasileiros - Roger Bastide
85.Povoamento da Cidade de Salvador - Thales de Azevedo
86.Os Índios e a Civilização - A Integração das Populações Indígenas no
Brasil Moderno - Darcy Ribeiro
87.O índio e o Mundo dos Brancos. A situação dos Tukuma dos Altos
Solimões - Roberto Cardoso de
Oliveira
88.Bahia: A Cidade do Salvador e seu Mercado no Século XIX - Kátia M. de
Queirós Mattoso
89.O Brasil Nação. Realidade da Soberania Brasileira - Manoel Bomfim
90.A Organização Social - Alberto Torres
91.Contribuição à História das Idéias no Brasil - João Cruz Costa
92.Consciência e Realidade Social - Álvaro Vieira Pinto
93.Estudos de Literatura Brasileira - José Veríssimo
94.Construções Civis: Curso Professorado na Escola Politécnica de São
Paulo - Alexandre Albuquerque
95.Cálculo de Concreto Armado - Telemaco Van Langendonck / Associação
Brasileira de Cimento Portland,
1944-1950
96.Sobre Arquitetura - Lúcio Costa
97.Dicionário de Arquitetura Brasileira - Eduardo Corono e Carlos Lemos
98.Dicionário das Artes Plásticas no Brasil - Roberto Pontual
99.História Geral da Arte no Brasil - Walter Zanini
100.Histologia Básica - Luis Carlos Uchoa Junqueira e Jose Carneiro.


Votação promovida pela
CBL em 1999

Via amigos do livro


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